escrito por em DNS, Internet | Deixar um comentário  

14 cópias do servidor-raiz L foram instaladas juntamente com servidores do .br em Pontos de Troca de Tráfego de todo o País

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), em cooperação com a Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN) instalaram, nos últimos dois meses, 14 novas cópias anycast do servidor L da ICANN, originalmente instalado na Califórnia – EUA.

A partir de hoje, as cópias de l.root-servers.net operam juntamente com servidores do .br nos Pontos de Troca de Tráfego no Brasil (PTTMetro).Das atuais 20 localidades que contam com Pontos de Troca de Tráfego do PTTMetro, as 14 que serão atendidas por essa melhoria são Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Londrina, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, São José dos Campos, Belém e Natal. Com isso, as cinco regiões do país serão beneficiadas pela nova infraestrutura de resolução de nomes.

Somados aos servidores que já existiam em operação, essa infraestrutura amplia substancialmente, e de forma distribuída, a capacidade de resolução de nomes e consequentemente a resiliência para suportar possíveis abusos ou ataques ao serviços DNS. De acordo com Frederico Neves, diretor de serviços e tecnologia do NIC.br, “essa nova infraestrutura diminui o tempo de reposta para domínios de todo o mundo no Brasil, mas seu impacto mais relevante é o grande aumento na segurança, ao distribuir a conectividade internacional para o serviço de resolução de nomes junto à raiz da Internet dentro do país e de forma independente”.

, diretor de projetos especiais e de desenvolvimento do NIC.br destaca: “esses servidores trazem mais conteúdo essencial para o funcionamento da rede diretamente nos pontos de troca de tráfego. Essa operação só foi possível pois tivemos uma colaboração, no melhor espírito da Internet, das instituições que hospedam os pontos do projeto PTTMetro no Brasil e em especial a RNP, que não mediram esforços para que isso acontecesse.”

Joe Abley, diretor de operações DNS da ICANN ressalta: “Servidores-raiz de nomes são uma parte crítica da Internet. Esses novos servidores distribuídos no Brasil fazem parte de um esforço global para melhorar o tempo de resposta, a segurança e a estabilidade do DNS geral, para todos os usuários.”

 

Com a tag |
  escrito por em Internet | Deixar um comentário  

O Desenvolvendo a América Latina reunirá as ideias mais inovadoras, em 30 horas ininterruptas de trabalho, num evento sem fronteiras e com tecnologia open data

Nos dias 3 e 4 de dezembro ocorrerá uma importante ação colaborativa em tecnologia na América Latina, o Desenvolvendo a América Latina. Mais de 400 programadores e designers de seis países – Argentina, Brasil, Chile, México, Peru e Uruguai, em equipes de até oito integrantes – colocarão em disputa, durante 30 horas, o seu conhecimento técnico e criativo no desenvolvimento de aplicações tecnológicas, utilizando dados abertos governamentais, com foco no aprimoramento da cidadania

O evento, também chamado como “Copa América do Desenvolvimento Digital”, visa estimular a criação de soluções a partir de plataformas open source, ou códigos de dados abertos, o que o torna único na América Latina e sumamente inovador. A ação tem o apoio do escritório brasileiro do W3C, que busca promover o desenvolvimento em plataformas abertas e estimular a disponibilidade de dados em formatos abertos,como parte de políticas públicas de acesso à informação.

No Brasil, os desenvolvedores estarão reunidos no Blue Tree Towers Morumbi, em São Paulo, a partir das 13h (horário de Brasília) do dia 3 de dezembro. Ao longo da jornada, os participantes poderão consultar especialistas das áreas de educação, gestão pública e segurança, as bases de dados de ONGs e os dados abertos fornecidos pelo Governo.

Desenvolvendo a América Latina será transmitido por telões via streaming ao vivo. Também serão transmitidas entrevistas com desenvolvedores importantes do Google e com o criador da Web, Tim Berners Lee, com a finalidade de montar uma comunidade junto aos participantes. As três melhores aplicações da região receberão prêmios em dinheiro e eventuais propostas de contratos com as diversas empresas que participarão também do evento. Os interessados podem se inscrever até 2 de dezembro, no endereço http://www.desarrollandoamerica.org.

Para mais informações: http://www.desarrollandoamerica.org
Twitter: #DLA @desarrollandolatam

Serviço:
Desenvolvendo a América Latina (Copa América do Desenvolvimento Digital)
3 e 4 de dezembro
Blue Tree Towers Morumbi
Avenida Roque Petroni Junior, 1000 – Brooklin
São Paulo – SP, Brasil

Desenvolvendo a América Latina é uma iniciativa que surgiu sob o guarda-chuva da Fundación Ciudadano Inteligente (FCI), uma ONG chilena que se dedica a reduzir as diferenças de informação promovendo o trabalho em Dados Abertos, ou seja, em dizer que tudo fique aperto e à disposição dos usuários e da opinião pública. Entre os organizadores, estão instituições internacionais, como Random Hacks of Kindness (RHoK), uma comunidade que cria grandes projetos de inovação focados no Open Source, além das ONGs participantes de cada um dos seis países. Também há outros participantes organizadores, como Wingu, Garage Lab, escuelab.org, Cubox, Informacióncívica.org, CitiVox, W3C e Fundar. Entre os patrocinadores do evento, podemos mencionar o Open Society Institute, Omidyar Networks (eBay) e Google.

Com a tag |
  escrito por em Internet | 1 comentário  

Excelente documento divulgado pelo IAB Brasil.

Vale a pena fazer o download do PDF Indicadores-de-Mercado-IAB-Brasil e conhecer um pouco mais da internet Brasileira.

 

Com a tag , |
  escrito por em Internet | 1 comentário  

Que as redes sociais estão em toda parte e são um fenômeno verdadeiramente global todo mundo já sabe.

Mas onde cada rede social tem maior sucesso em termos de popularidade? É isso que vamos tentar responder neste post.

Vamos analisar 11 redes sociais nesta pesquisa:

  1. Facebook,
  2. Twitter,
  3. LinkedIn,
  4. Google +,
  5. Orkut,
  6. Tumblr,
  7. FourSquare,
  8. MySpace,
  9. LiveJournal,
  10. Hi5 e
  11. Bebo .

É logico que não estamos analisando TODAS as redes sociais. Há literalmente centenas delas.

Para traçar um mapa de popularidade, usamos a pesquisa do Google estatísticas. Isso nos da uma boa indicação do interesse – ou popularidade, se quiserem analisar assim – de uma rede social em uma determinada região.

Estamos baseando esta pesquisa nos resultados dos últimos 90 dias,  isso é uma amostra razoavelmente grande e atual.

Um resumo

Principais países para cada rede social (em termos de interesse e penetração)

—    Facebook é mais popular na Turquia e Venezuela.

—    Twitter é mais popular no Brasil e na Venezuela.

—    LinkedIn é mais popular na Holanda e na Índia.

—    Google + é mais popular em Taiwan e em Hong Kong.

—    Tumblr é mais popular no Brasil e nas Filipinas.

—    FourSquare é mais popular na Indonésia e na Malásia.

—    MySpace é mais popular em Porto Rico e em Mianmar (Birmânia).

—    LiveJournal é mais popular em Cingapura e na Rússia .

—    Hi5 é mais popular na Tailândia e na Romênia .

—    Bebo é mais popular na Irlanda e na Nova Zelândia .

—    Orkut é mais popular no Brasil e no Paraguai . O interesse demonstrado para Orkut no Brasil supera de longe a de qualquer outro país.

É importante ressaltar que isso não significa necessariamente que a maioria dos usuários vêm destes países. Estamos falando do interesse e penetração local de um serviço.

O tamanho da base de usuários locais vai depender do tamanho da população de Internet no país.

Esta pesquisa examina que rede social conseguiu angariar maior interesse em seu serviço.

Alguns países de destaque nesta pesquisa: 

—    O Brasil está entre os cinco primeiros para Twitter, Orkut, Bebo e Tumblr.

—    Singapura está no top cinco para  LinkedIn, Tumblr, FourSquare e LiveJournal.

—    Os Estados Unidos está entre os cinco primeiros para a LinkedIn, MySpace e Tumblr .

—    Filipinas está entre os cinco primeiros para Tumblr, FourSquare e LiveJournal.

—    Índia é entre os cinco primeiros para LinkedIn e Orkut.

—    O Reino Unido está entre os cinco primeiros para LinkedIn e Bebo.

—    A Indonésia está entre os cinco primeiros para o Twitter e FourSquare.

—    Venezuela e Turquia estão entre os cinco primeiros para o Facebook e o Twitter.

Como você percebeu, esta pesquisa abrange uma lista limitada de onze redes sociais.

Não foram incluídas redes sociais que são regionais por natureza, ou seja, não têm um foco global.

Com a tag |
  escrito por em Internet | 3 comentários  

O brasileiro paga uma mensalidade de aproximadamente US$ 31 por um pacote ilimitado de banda larga fixa para ter acesso a um link de apenas 512 kbps a um custo médio de US$ 61 por Mbps, dados de março de 2011. Os números fazem parte de um estudo global da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), da Organização das Nações Unidas (ONU), que foi divulgado nesta quarta-feira, 19, pelo Comitê Gestor da Internet (CGI.br), e está disponível para download no site da Teletime.

A comparação do serviço é estabelecida em relação a outras economias menos desenvolvidas, como as do Quênia, Marrocos, Sri Lanka, Turquia e Vietnã. O custo médio mensal do pacote nesses países é de US$ 20 (um terço do Brasil), com uma velocidade de 860 kbps e um custo médio por Mbps de US$ 46. Em países como o Vietnã, por exemplo, esse valor é de US$ 25 (contra US$ 61 do Brasil).

Dados móveis 

Os índices da banda larga móvel no Brasil são um pouco melhores, porém também preocupantes, de acordo com o estudo da UNCTAD. O custo mensal estimado de um pacote de acesso ilimitado a dados móveis no País é de US$ 51 (US$ 13,7 é a média dos outros cinco países citados). No Sri Lanka, essa mensalidade é de apenas US$ 4,34 e lá a velocidade média – a exemplo da Turquia e de Marrocos – é de 7,2 Mbps. Já no País, o throughput é de aproximadamente 1 Mbps. Analisando o custo de um plano de 1 GB no Brasil, a relação é ainda mais desproporcional em relação aos outros países: US$ 51, contra US$ 4 no Quênia, US$ 7 em Marrocos, US$ 1 no Sri Lanka, US$ 3 na Turquia e US$ 2 no Vietnã. “Mesmo com a redução de 17% de 2010 para 2011, a telefonia móvel no Brasil continua sendo a mais cara do mundo”, alerta Carlos Afonso, membro do CGI.br.

Conexões

Ao final de 2010, foram totalizados 2 bilhões de usuários de Internet (aproximadamente 30% da população mundial). Porém, em economias desenvolvidas, essa penetração é de 75%, contra somente 24% em países em desenvolvimento.

Também no ano passado, foram comercializados aproximadamente 351 milhões de computadores (PCs), 1,5 bilhão de celulares, 297 milhões de smartphones (crescimento de 72% sobre 2009); e 19,5 milhões de tablets, sendo 15 milhões só de iPads. O mercado de tablets, ao lado do de smartphones, é o que mais cresce e a expectativa é que venda 200 milhões de dispositivos em 2014.

Há no mundo, segundo a UIT, 527 milhões de assinantes de banda larga fixa, porém a penetração global cresceu menos de 1% entre 2009 e 2010. A diferença entre países desenvolvidos e em desenvolvimento novamente se mostra desproporcional: 26% versus 4%, respectivamente.

A média global de conexão no mundo é de 6,4 Mbps (contra menos de 1 Mbps no Brasil). Para se ter uma ideia do avanço de alguns países, a Coreia do Sul possui uma banda média de 37,6 Mbps.

Telefonia móvel e fixa 

Na telefonia móvel, o estudo consolidou alguns dados do UIT, segundo o qual há no mundo cerca de 5,4 bilhões de acessos de voz. Entre 2005 e 2010 o Brasil não figurou entre os 20 países com maior taxa de crescimento de teledensidade móvel, mas a penetração nas economias em desenvolvimento, grupo do qual o Brasil faz parte, é de 77 acessos por 100 habitantes. No mundo, a média de 79. A cobertura de voz móvel é de 100% nos países desenvolvidos e quase 90% nos países em desenvolvimento. Ao final de 2010, a receita média por usuário (ARPU) no Brasil foi de US$ 10,8 ao mês, nível menor somente que o da Rússia (US$ 11,2). O preço por minuto é de US$ 0,11. Parece pouco, mas na Rússia é de US$ 0,05; na China é de US$ 0,02; na Índia e em Bangladesh é de US$ 0,01.

Na telefonia fixa, entre 2000 e 2010, o número de assinantes caiu de 55 para 44 (por 100 habitantes) em países desenvolvidos. Essa teledensidade, em economias em desenvolvimento, subiu de 10 para 13. Na média global, se manteve praticamente estável em 16, com leve tendência de queda a partir de 2005.

Mobile Money

De acordo com dados da GSM Association, a África é a região com o maior número de inicativas de mobile money (51), seguida por Ásia-Pacífico (33) e América Latina e Caribe (14). Países em desenvolvimento, como o Brasil, China, Índia, México e Rússia, somaram 32 milhões de usuários de serviços de mobile money em 2010 e a expectativa é que esse contingente alcance a marca de 290 milhões em 2015 nessas nações. O desenvolvimento de modelos de negócios e a compatibilidade entre padrões e sistemas de mobile payment estão entre os principais fatores desse crescimento.

Fonte: Pesquisa UNCTAD

Com a tag |
  escrito por em Internet | 3 comentários  

O Conselho Diretor da Anatel aprovou na última semana, em sua reunião, o Regulamento de Gestão da Qualidade do Serviço de Comunicação Multímidia (RGQ-SCM), que estabelece padrões de qualidade para o serviço, de forma a promover a progressiva melhoria da experiência do usuário em aspectos relacionados ao atendimento e ao desempenho das conexões de banda larga. As metas de qualidade serão exigidas das prestadoras com mais de 50 mil assinantes, sendo que todas as prestadoras de SCM devem enviar informações à Anatel. A proposta foi objeto da Consulta Pública nº 46, de 9 de agosto de 2011.

O Regulamento atende ao disposto no art. 2º do Decreto nº 7.512, de 30/06/2011, que incumbiu a Anatel de definir parâmetros de qualidade para os serviços de telecomunicações que suportam o acesso à internet em banda larga. O não cumprimento das metas de qualidade sujeita as prestadoras a sanções.

Na elaboração do RGQ-SCM, além dos estudos realizados pelas áreas técnicas da Agência, foram consideradas as demais propostas de regulamentos de qualidade submetidas pela Anatel a consulta pública. De forma complementar, a Anatel buscou subsídios em projeto conjunto desenvolvido pela Agência, pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) para avaliação da qualidade da banda larga fixa.

O Regulamento estabelece metas de qualidade para os Indicadores de Reação do Assinante, Indicadores de Rede e Indicadores de Atendimento.

Em relação a indicadores de rede, deve-se destacar que o próprio usuário terá possibilidade de efetuar a medição, por meio de software a ser gratuitamente fornecido pela prestadora.

Foi instituído um calendário anual, que conterá as localidades, dias ou períodos em que serão coletados os dados referentes aos indicadores. Medições periódicas serão feitas na rede da prestadora, por equipamento dedicado, com base em amostras estatísticas representativas e válidas.

A metodologia e procedimentos serão definidos pelo Grupo de Implantação de Processos de Aferição da Qualidade (GIPAQ). As medições serão realizadas por uma Entidade Aferidora da Qualidade (EAQ), contratada pelas prestadoras de SCM

Segue alguns indicadores de rede:

Velocidade Instantânea: É a velocidade aferida em cada medição feita pelo software. O resultado não pode ser menor do que 20% da velocidade máxima contratada pelo Assinante, tanto para download como para upload, em 95% das medições. A meta de 20 % é válida para os primeiros doze meses, contados a partir da entrada em vigor do Regulamento. Nos doze meses seguintes, será de 30% e, a partir de então, 40%.

Velocidade Média: É o resultado da média de todas as medições realizadas no mês na rede da Prestadora. A meta inicial é de 60%, nos doze primeiros meses. Nos doze meses seguintes será de 70% e, a partir de então, 80%.

Latência Bidirecional: É o tempo em que um pacote de dados percorre a rede de um determinado ponto até seu destino e retorna à sua origem. A meta, a ser observada em 95% das medições, é de, no máximo, 80 milissegundos em conexões terrestres e 500 milissegundos em conexões por satélite.

A prestadora deve, por meio de seus canais de atendimento, ser capaz de orientar os assinantes quanto à obtenção, instalação e correta utilização do software.

O software deve permitir que o assinante possa ter acesso aos resultados de cada medição, ao histórico das medições realizadas e dos valores médios apurados. Serão consideradas, para o cálculo dos indicadores de cada prestadora, as medições feitas no Período de Maior Tráfego, compreendido no horário entre 10h e 22h. As medições são feitas do terminal do Assinante ao Ponto de Troca de Tráfego da Prestadora.

Atualmente, o usuário dispõe do Sistema de Medição de Tráfego de Última Milha, um medidor de velocidade para a conexão da internet. A ferramenta é utilizada pelo Inmetro para avaliar a conexão brasileira, além de ser homologada pelo CGI. Os resultados dos testes realizados são também enviados ao Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) para avaliação dos diversos provedores. A partir de hoje, o acesso ao Simet está disponivel no site da Anatel, por meio de banner

Os Indicadores de Pesquisa previstos pelo novo regulamento comporão base de dados históricos para fins de acompanhamento da qualidade das prestadoras conforme percebida pelos assinantes do SCM e poderão ser acompanhados pelos usuários por meio do sítio da Anatel na Internet.

Em relação aos Indicadores de Pesquisa, as prestadoras devem contratar empresa especializada para realização de pesquisa de campo para avaliar a qualidade percebida pelos assinantes do serviço, de acordo com modelos de questionários encaminhados pela Anatel.

Nessas pesquisas, devem ser avaliados os seguintes aspectos: capacidade de resolução de reclamações; competência dos atendentes; competência e organização da prestadora; capacidade da prestadora em esclarecer e orientar o assinante quanto a aspectos relacionados à prestação do serviço; percepção do assinante quanto aos aspectos de conta e cobrança; qualidade da conexão; e qualidade do suporte técnico oferecido pela prestadora.

As informações relativas aos indicadores de qualidade devem ser encaminhadas à Anatel a partir do décimo mês contado da entrada em vigor do Regulamento. O cumprimento das metas de qualidade, entretanto, será exigido a partir do décimo terceiro mês contado a partir da entrada em vigor do Regulamento.

Com a tag , |
  escrito por em Eventos, Internet | Deixar um comentário  

Evento reúne líderes em debate virtual sobre as novas perspectivas e evolução da tecnologia no apoio ao “Social Business”/

O consórcio mundial W3C promove, de 08 a 10 de novembro, o W3C Social Business Jam, evento mundial online (world-wide web-based) que irá reunir, por um período de 72 horas, líderes em negócios, governo e tecnologia para discutir e explorar de maneira colaborativa as principais tendências e conceitos do “social business”.

Entre os especialistas convidados pelo W3C para a Jam, estarão presentes Tim Berners-Lee, inventor da Web e Diretor do W3C; David Ascher, Social & Communications da Mozilla; Angel L. Diaz, Vice Presidente, Software Standards, IBM Software Group; Alejandro Jaime, Gerente do Social Media Engagement Group do Yahoo! Research, entre outros.

Os participantes poderão interagir com os especialistas, postar opiniões e comentários, seguir temas de interesse, acessar as discussões “hot idea”, além de participar de pesquisas e levantamentos online sobre diversas questões relacionadas ao encontro,, com liberdade para se conectar a qualquer momento durante o evento. Todos os tópicos de discussão estarão abertos durante os três dias e o usuário poderá alternar sua participação entre os fóruns de acordo com seu interesse.

Mantendo a natureza colaborativa do evento, o W3C resumirá as principais conclusões e destacará idéias criativas geradas durante a Jam e compartilhará esse conteúdo com os participantes. O final da discussão será um projeto colaborativo, que criará discussões que continuarão em “Community Groups (http://www.w3.org/community)” do W3C.

Tópicos de Discussão

* Gerenciamento de Identidade para a Social

* Mobile e Social

* Gerenciamento da Informação

* Processo de Negócios encontra a Social

* Integração Contínua da Social

* Métricas para a Social Business

 

Horários e programação completa do W3C Social Business Jam no http://www.w3.org/2011/socialbusiness-jam/

*Atenção:* Os momentos de participação dos especialistas na Jam respeitam o horário dos Estados Unidos (Eastern Time)

As inscrições para o W3C Social Business Jam são gratuitas, já estão abertas e podem ser feitas no endereço: http://www.w3.org/2011/socialbusiness-jam/#register

Com a tag , |
  escrito por em Internet | Deixar um comentário  

Que tal o futuro?

 

Com a tag , |
  escrito por em Internet | 2 comentários  

O Ibope Nielsen Online divulgou estudo sobre o acesso dos brasileiros à internet, apontando crescimento de 14% em um ano. Com isso, o Brasil superou a Alemanha em número de internautas.

De 61,2 milhões de pessoas com acesso à internet em casa ou no trabalho, 46,3 milhões foram usuários ativos em setembro, crescimento de 2% sobre agosto e de 14% sobre a base de 40,6 milhões registrada em setembro de 2010.

Quanto ao tempo de uso do computador, houve queda, entre agosto e setembro. No caso do uso incluindo aplicativos, em agosto foi de 69’01” e em setembro, de 62’58” (-5,4%); com a exclusão de aplicativos, a diferença foi ainda maior: em agosto o tempo foi de 51’12” e em setembro, de 47’33” (-8,7%).
Já o total de brasileiros com acesso, independentemente do ambiente (casa, trabalho, lan houses etc.) chegou a 77,8 milhões de pessoas, no segundo trimestre de 2011.

O país, agora, está na terceira colocação em número de usuários ativos em casa ou trabalho, atrás somente dos Estados Unidos e do Japão. Por aqui, o maior crescimento de usuários ativos aconteceu em residências. Entre setembro de 2009 e setembro de 2011, a variação foi de 37%, passando de 27,7 milhões para 37,9 milhões.

Aumentou em 10 milhões, de 2010 para este ano o número de brasileiros que moram em domicílios onde há computador com internet. Hoje, são 58 milhões. Segundo o Ibope Nielsen Online, com base no terceiro trimestre esse é o maior crescimento anual dos últimos dez anos.

Quanto à velocidade de banda, em setembro de 2010, 61% dos 31,8 milhões de usuários ativos em residência usavam conexões com velocidade maior que 512 kb. Em setembro deste ano, os usuários dessa faixa de velocidade representaram 77,8%. Já aqueles que dispunham de banda de 2Mb a 8Mb subiram de 12,1% para 21,3%.

Fonte: Meio & Mensagem

Com a tag , |
  escrito por em Internet | Deixar um comentário  

Evento acontece em São Paulo nos dias 13 e 14 de outubro

 

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) anunciou oficialmente nesta quinta-feira (22) a realização do I Fórum da Internet no Brasil, evento que reunirá representantes do governo, do segmento empresarial, do terceiro setor e comunidade acadêmica, para discutir os desafios atuais e futuros da internet no país. O Fórum acontecerá em São Paulo, no Centro de Exposições Center Norte, nos dias 13 e 14 de outubro.

 

O debate será dividido em seis trilhas de discussão, baseados nos Princípios de Governança e Uso da Internet do CGI.br: Liberdade, privacidade e direitos humanos; Governança democrática e colaborativa; Universalidade e Inclusão Digital; Diversidade e conteúdo; Padronização, interoperabilidade, neutralidade e inovação; Ambiente legal, regulatório, segurança e Inimputabilidade da rede. Cada trilha será acompanhada por relatores, e seus relatórios serão apresentados na plenária final, para consolidar e expor o conjunto das reflexões sobre a internet geradas pelo Fórum.

 

Em agosto, o CGI.br ainda discutia se iria realizar o evento, uma vez que muitos conselheiros, representantes das empresas e do governo, acreditavam que o prazo era muito curto para organizar o Fórum. Já representantes do terceiro setor, que haviam organizado o evento originalmente antes do Fórum ser ampliado para incluir governo, indústria e academia, afirmavam havia interesses por trás da resistência à data prevista para não estimular o debate sobre certos assuntos, como a Norma 4, que proíbe as operadoras de serviços públicos de telecomunicações sejam provedoras de acesso à internet.

 

Mais informações sobre inscrições e a programação do Fórum estão no site http://forumdainternet.cgi.br/.

 

Com a tag |